Não sei o que é isso, mas hoje, no auge do desespero, aos soluços ouvi um conselho inusitado. Inusitado pela fonte, uma carola sexagenária. Mandou que eu tomasse um banho de sal grosso...
Realmente é caso de repensar meu já sabido ceticismo. Quando tudo, mas TUDO mesmo começa a dar errado, qualquer teoria matemática sobre probabilidades cai por terra e é hora de...sei lá.
Eu chorei. Chorei até ficar com dó de mim. Chorei até ficar com raiva da minha impotência burguesa.
Chorei também de emoção. Chorei tanto que pareço um beagle. Um beagle sem o pelo macio e as orelhas de desenho animado.
Não me comovi com o consolo da gentilíssima cozinheira da igreja que passa por percalços imensamente maiores que os meus. O problema de quem, como eu, leu mais do que devia e teve Goffredo como professor é não se comover assim...Pensar isnt a gift, its a curse.
Entretanto, porém, todavia...reencontrei uma das pessoas (poucas) que eu
Bull shit
Fenelon surgiu no cyber space. E isso já reverteu my mood. Sempre escolhi mal minhas paixões.
Talvez porque a definição de paixão seja exatamente um estado de privação de racionalidade.
Estúpida ou não, humilhada ou não, não posso negar que durante algum tempo vivi num estado de deslumbramento e quase felicidade. E isso já deveria ser motivo de grande, imensa satisfação.
Tive a graça, o milagre, o feito de viver como uma jovem de 20 anos. E fui extremamente feliz.
Chorar? Nunca mais.
Só tenho que agradecer aos Céus.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
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