Quatro horas da manhã. Sim. Quatro horas e nove minutos. Hora de gente estar na cama. Dormindo. Mas precisei respirar fundo algumas vezes para me dar conta do óbvio.
Aliás, o óbvio é discutível. Não, não é senão não seria o óbvio.
Estou em casa. Na minha casa. E está tudo certo. Ou quase certo. Está mesmo tudo certo.
Afinal de contas, quando não pintei os olhos como de costume já sabia.
No fundo eu sempre sei.
Mas está tudo certo. Ou quase certo. Está tudo bem.
domingo, 4 de agosto de 2013
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