É tarde. Ou cedo. Ou melhor dizendo, madrugada. O único período de oito horas em que a vida parece fazer sentido, ou, pelo menos, não fazer sentido algum.
Olhar a madrugada ou viver a madrugada de cara limp é uma experiência, no mínimo, enlouquecedora.
Volto pra casa muito, muito melhor que saí. Yeats, Virginia, Walt e ainda um poema de Blake recitado no bar ao lado.
Sim, há vida inteligente na Terra.
Somos muitos, e dá vontade de gritar de alegria, ou escrever. Bem, estou escrevendo.
Gabe. Debbie, Anna. Gente linda.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
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